Louis Vuitton um sonho de consumo para muitas

Este post é mais como uma experiência. No domingo passado eu estava na loja Louis Vuitton da Avenida Batel de Curitiba. Eu ando por estas lojas como se fossem um museu cheio de INtocáveis ​​e peças de valor INestimável. Sim, sim ... todos muito IN. Na verdade.

Diz a lenda que Louis saiu aos 14 anos da sua cidade natal, Jara (Lavans-sur-Valousse / França) para chegar a Paris. Ele foi andando os 400 km de distância, aceitando todos os tipos de postos de trabalho no caminho para avançar até o seu destino. E quando ele chegou na cidade da luz (cujo nome se deve pela ideia de Louis XVI por encher as ruas com mais de 3.000 lâmpadas), tornou-se aprendiz. O site da marca diz que "Quando ele tinha dezesseis anos Louis Vuitton tomou uma decisão que mudaria não só a sua vida, mas também a vida de seus filhos e as gerações futuras: se tornaria fabricante baús".

Eu não sou nenhum especialista em moda. E este tipo de marcas ainda estão muito além de mim, porque eu não sou consumidora. Mas uma coisa eu sei reconhecer, pelo menos como uma cliente. Um bom vendedor.

Alguns anos atrás eu estava em Paris com minha amiga Talia, e um de nossos passeios "turístico" entramos na Burberry para perguntar o preço de um casaco que eu gostei (e é claro que não ia comprar por falta de grana mas é o que tem a esperança , fica ali atentando, enquanto não te dizem o preço você pensa que é acessível). De qualquer forma, acabamos saindo da loja sem perguntar, por que a vendedora da Burberry nos ignorou completamente. Havia outras pessoas na loja, e ela deve ter percebido que não tínhamos nenhum ccentavo hehehe, nem cumprimentou a gente ao entrar, e nem tinha a intenção de ouvir nossas perguntas. E viu a gente perfeitamente.

Então, ao entrar na Louis Vuitton desta vez, confesso que eu esperava o mesmo tratamento.

A minha amiga tinha a intenção de dar uma olhada em um clássico: Uma bolsa Neverfull MM Monogram. E neste ponto eu apresento para vocês o Julian, um profissional da venda “one to one”ou também chamados de "atendente". Julian nos cumprimentou e procurou compreender nossas motivações de compra.

Assim que começou Julian, o nosso atendente da Louis Vuitton. Como li uma vez em um artículo, "Um cliente não compra uma bolsa de 2.000 euros, porque é prático ou a pele é de melhor qualidade. O cliente compra um Hermes ou Chanel, que é um ato muito diferente de comprar uma bolsa". Ou seja, as motivações para a compra de artigos de luxo não têm nada a ver com a intenção de comprar qualquer produto. O funcionário, em qualquer caso, tem que saber ouvir, perguntar, detectar e intuir.

Nos 15 minutos que estivemos na loja, Julian conseguiu três coisas:

1. Tem a nos identificássemos com a marca. Você sabia que a forma do logotipo LV que caracteriza esta marca associada com o ícone floral foi um presente de Georges, filho do fundador? Esse dado sim encontrei fuçando online. O que eu não sabia e nos disse Julian, é que o motivo floral impresso em todos os produtos de Louis Vuitton é inspirado por um dos frisos da catedral de Notre Dame. Para mim, pessoalmente, esta marca nunca tinha me transmitido qualquer coisa, mas esses detalhes me fizeram entrar na história da LV de uma maneira que gostei.

2. Ele ganhou a nossa confiança. A bolsa que estava procurando minha amiga existe em várias versões e tamanhos, mas ela estava determinada a ver dois modelos de perto dos que duvidava. Julia demonstrou conhecer perfeitamente o produto porque nos contou, sem dúvida, do grande problema que teve uma das suas opções. Para uma bolsa tão cara e com a pele tão clarinha que ia ser difícil manter limpo com o passar dos anos... Então começamos a descartar alternativas.

3. Melhorou a nossa percepção do produto. Além disso, nos ofereceu novas opções para a sua utilização, o que melhorou a sua atratividade. Opções de uso para utilizar como se fosse reversível! Levando-o de avesso o produto se torna único! Outra opção é para comprimir os lados do saco de modo a que a sua forma mais se assemelha a uma bolsa saco já que a sua versão original pode não ter mais lados angulares.

E neste ponto você pergunta: "Bem, mas você comprou a bolsa? A taxa de resposta de compra é o que mede o talento do vendedor!". Vamos dizer que a compra deste produto não corresponde à compra por impulso. Mas, desde então, conseguiu aumentar a nossa identificação com a marca e aumentar as chances de compra, sem dúvida!

Claro que para pessoas com poder de compra “normal” como a maioria dos seres humanos normais que estão lendo este blog também temos webs como usadobrasil.com.br, para comprar bolsas LV usadas e assim satisfazer nossos sonhos de consumo.